Nenhuma subcomunidade encontrada.
O presente estudo aborda a discriminação algorítmica no âmbito da segurança pública no Brasil, explorando como o uso de sistemas de Inteligência Artificial pelo setor público pode perpetuar preconceitos e discriminações. O estudo combina pesquisa bibliográfica com uma análise prática, incluindo a busca por informações no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), no Portal de Dados Abertos e pedido de acesso à informação realizado em 04 jun. 2025. O uso de IA e Big Data na segurança pública, embora prometa eficiência, acarreta um risco potencial de discriminação, causado principalmente por vieses nos dados de treinamento, que podem ser incompletos ou não representativos, reproduzindo desigualdades sociais, prisões arbitrárias e violação de direitos fundamentais. Uma das maiores preocupações identificadas é a falta de transparência sobre o funcionamento dos algoritmos. A pesquisa revela que, apesar da existência de sistemas que utilizam IA no MJSP, há uma carência de transparência dos algoritmos, dificultando a identificação e correção de vieses. O artigo propõe uma abordagem intermediária para mitigar a discriminação algorítmica: em vez da transparência total, que poderia comprometer operações policiais, sugere a divulgação de um conjunto mínimo de informações sobre o funcionamento dos algoritmos. Além disso, ressalta a importância da supervisão humana, de auditorias independentes, do treinamento das equipes de desenvolvedores e garantia da diversidade social nessas equipes. O estudo reforça a importância da implementação de uma governança de IA robusta, para que sirva à justiça e assegure os direitos fundamentais para todos.
Trabalho de conclusão de pós-graduação em Controle Governamental: Tecnologias para a Inovação, no qual foi desenvolvida solução que utiliza Grandes Modelos de Linguagem (LLM) para a realização de auditorias de conformidade de licitações de Tecnologia da Informação.
Estuda a construção de identidade política e as estratégias comunicativas desenvolvidas pelos senadores da República da 57ª legislatura na rede social Instagram, durante todo o ano de 2023, a partir de análise lexical automatizada das postagens realizada pelo programa Iramuteq conjugada com análise no ChatGPT.
O programa computacional MeDiNa permite a verificação e o dimensionamento mecanístico empírico de estruturas de pavimentos asfálticos por meio da aplicação da teoria das múltiplas camadas elásticas. Dentre as suas funcionalidades está a obtenção de parâmetros de deformabilidade dos materiais das camadas.
A pesquisa estuda o problema de regulação de Tecnologias e Informação e Comunicação (TIC) disruptivas. O objetivo é descobrir as dificuldades dos reguladores, como eles tentam superá-las, e se contam com a contribuição da Academia. É uma pesquisa empírica, sequencial com métodos mistos. A justificativa para a escolha do tema decorreu da preocupação crescente da sociedade, expressa na grande mídia, na academia, nos governos e nos relatórios de organismos multilaterais. Preocupação que é alimentada pela velocidade de evolução, pela pervasividade, emergentes. A decisão de conduzir um estudo empírico focado nos reguladores deveu-se à lacuna identificada na revisão de literatura.
Este artigo tem como finalidade identificar anomalias no uso do Cartão de pagamento do Governo Federal por meio da aplicação e comparação de métodos de aprendizado de máquina não supervisionados na base de dados púlbilca de cartões corporativos do governo federal disponibilizadas no Portal da Transparência.
Este trabalho de conclusão de curso apresentado ao Centro de Ciências Matemáticas Aplicadas à Indústria do Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação, da Universidade de São Paulo, como parte dos requisitos para conclusão do MBA em Ciências de Dados, tem o objetivo de concentrar-se apenas nos aspectos gerais da produção hospitalar, com foco principal na oferta de leitos de UTI.
Este artigo tem como finalidade demonstrar como a Controladoria-Geral da União (CGU) pode auxiliar outros órgãos da Administração Pública Federal, APF, na Guerra Cibernética, tanto destacando vulnerabilidades de Sistemas Web por meio de um Pentest guiado por ferramentas gratuitas, quanto com recomendações para que as aplicações já sejam desenvolvidas com boas práticas de segurança.